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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Pag 24 Alma de Poeta
Alma de Poeta
Por Félix Vasconcelos
O poeta tem a alma muito inquieta
Que aprendeu a indignar-se sem odiar;
Que se apaixona, ama e também protesta;
Sua alma livre tem o universo p´ra vadiar.
Às vezes inspirada, confusa e abestalhada
Sua alma busca a saudade, a felicidade
Quando escreve com a mão acelerada.
Num pequeno instante da eternidade.
domingo, 1 de maio de 2011
Pag 23 Enxada em Mãos Calejadas
Enxada em Mãos Calejadas
Por Félix Vasconcelos
A enxada bate no solo molhado
Pelas mãos calejadas, tão cansadas
Ela faz um furo após o furado
Que colhe as sementes selecionadas;
É a arma da paz que bate com amor
Na terra , desperdando-a para a missão
De germinar as sementes no calor
Do ventre terrestre do meu sertão.
Enxada em mãos calejadas,
Tua lâmina corta, fura
O solo, o ventre terrestre.
Enxada em mãos cansadas,
Amiga da agricultura
Que produz o Pão Celeste.
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